sábado, 19 de março de 2011

Sketch coletivo

Seguindo aquela ideia de andar com um caderno de desenho para usá-lo onde eu estiver, já comentada na postagem "Para não parar de desenhar", aproveitei para usá-lo em uma comemoração muito especial: a aprovação de minha amiga Karine na residência em enfermagem.


Na verdade, alguns dias atrás eu refletia sobre a vida e percebi que eu nunca tinha desenhado bêbado... Fiquei imaginando como seria e resolvi fazer essa experiência não apenas comigo, mas com a macacada toda. Foi muito engraçado!

É lógico que quando expus a ideia a primeira reação foi a que eu esperava: "mas eu não sei desenhar...". Isso é o que todas as pessoas que não tem a prática frequente do desenho dizem quando se deparam com uma situação de ter que rabiscar uma folha de papel.

Mas, também, baseado em um livro que li recentemente que fala da importância do desenho na vida das pessoas, eu disse apenas que eles se sentissem livres para fazer o que quisessem da maneira que sentissem vontade, sem medo de errar, porque ali o erro simplesmente não existia. E complementei dizendo uma das frases deste livro que achei fantástica: para a criança, desenhar bem não é - como a maioria dos adultos erroneamente pensam - desenhar bonito, e sim, desenhar algo que as façam felizes.

O resultado foi essas duas páginas abertas. Nesta aqui abaixo, nem o rótulo da cerveja escapou...


É uma pena que, ao crescer, perdemos a capacidade que tínhamos de ver o mundo. Creio que um dos maiores erros do ser humano é achar que para ser adulto é preciso eliminar a criança existente em cada um de nós.

Por isso, para voltar a ser criança mesmo em um lugar de gente grande, já tomei nota: não esquecer de levar a lapiseira e o caderninho...