quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Senhoras e senhores, o circo chegou!


Em 1984 foi fundado em Quebec, Canadá, por Guy Laliberté e Daniel Gauthier, dois ex-artistas de rua, a maior companhia circense do planeta: o Cirque du Soleil. De lá para cá, a magia, o impossível e o inimaginável tem se personificado em cada espetáculo.


Desde criança, quando via reportagens sobre esse mundo fantástico no início dos anos 90 – vale lembrar que naquela época a internet ainda não era popular e o acesso às informações e ao entretenimento era bem mais difícil –, fiquei imaginando como seria presenciar tamanha perfeição. Nunca imaginei que tal sonho se tornaria realidade um dia... mas se tornou.


Em 2007, na sua segunda vinda ao Brasil e, por sorte minha, a primeira em Brasília, com o espetáculo Alegria, tive a imensa felicidade de realizar um sonho de muitos anos. É difícil descrever o que senti no momento da apresentação. A criança que outrora só vislumbrava o mundo da fantasia teve seu momento de glória e viu ali, diante dos próprios olhos, seu sonho se concretizar. Eu poderia continuar tentando, tentando e tentando, mas as palavras jamais representarão tais sentimentos.


Nesta sexta feira estréia, aqui em Brasília, o espetáculo Quidam. “Um transeunte sem nome, uma figura solitária numa esquina, uma pessoa passando apressadamente. Poderia ser qualquer um. Alguém chegando, partindo, vivendo na nossa sociedade anônima. Um elemento na multidão, um entre a maioria silenciosa. Aquele dentro de nós que grita, canta e sonha. É este o Quidam que o Cirque du Soleil celebra.” O que esperar? Não sei ao certo. O que sei é que, novamente neste momento mágico em que o picadeiro vira o centro do universo, nada mais importará. Darei lugar, novamente, aquela criança que nunca deixou de ver o mundo com beleza, magia e simplicidade. Ela, e não eu, viverá esse aguardado momento.


Sábado, 19 de setembro, 17h, setor 104, fila B, assento 17: eu estarei lá!